O Dilúvio Bíblico

Nada mais no mundo irrita a comunidade científica internacional do que a idéia ou possibilidade de um dilúvio universal descrito como apresentado na Bíblia. Muitos dizem que era impossível, ou que jamais ocorreu na época descrita na Bíblia… Será?

Vou descrever a existência do dilúvio e este universal por fatos históricos e científicos, pra que não venham dizer que só contei a história da Bíblia sem analise científica:

FATO 1 – Universalidade do Dilúvio

O Dilúvio foi universal, ou seja, ocorreu em todo planeta. Vários países e povos antigos tem descrições arqueológicas que contam a existência do dilúvio (Asteca – o Codex Borgia descreve um dilúvio causado pelo deus Chalchihuitlicue, Incas – Viracocha indignado com a natureza perversa do homens destruiu a terra em um dilúvio onde cerca de 8 pessoas se salvaram, Maias – Popul Vuh, um livro maia antigo relata que o deus Huracán causou um dilúvio para exterminar sua própria criação que se desviara de seus propósitos, Mesopotâmios - Epopéia de Gilgamesh na suméria, americanas, asiáticas, assírias, gregas – Deucalião seria como Noé – armênias, egípcias, hindú - Svayambhuva Manu, e persas). Há relatos de que existam mais de 1.000.000, isso mesmo, mais de um milhão de relatos históricos por todo mundo que descrevem um dilúvio universal, ou seja, não há no mundo um evento catastrófico sendo descrito por diversos povos da maneira que foi descrito este evento.

Vejamos a descrição suméria do dilúvio:

Eu percebi que havia grande silêncio, não havia um só ser humano vivo além de nós, no barco. Ao barro, ao lodo haviam retornado. A água se estendia plana como um telhado, então eu da janela chorei, pois as águas haviam encoberto o mundo todo. Em vão procurei por terra, somente consegui descobrir uma montanha, o Monte Nisir, onde encalhamos e ali ficamos por sete dias, retidos. Resolvi soltar uma pomba, que voou para longe, não encontrando local para pouso retornou (…) Então soltei um corvo, este voou para longe encontrou alimento e não retornou. (TAMEN, Pedro. Gilgamesh, Rei de Uruk. São Paulo: ed. Ars Poetica, 1992.) (Nota: aqui ele não fala de Noé e sim de Gilgamesh)

Os grandes canions, resultado de grandes massas de água que escoaram após o dilúvio, são uma prova disso, apesar dos cientistas anti-evolucionismo alegarem que este ocorrera por erosão por milhões de anos. Experiências recentes e rompimentos de barragens demonstraram a possibilidade da formação de canions (como o Grand Canion nos EUA e os existentes no Brasil) mesmo em segundos. Há canions em praticamente todos os países do mundo.

FATO 2 – Achados arqueológicos indicam que a água subiu mais alto que os montes

Morei em Paraty, no Rio de Janeiro por 3 anos. Lá é comum se encontrar fósseis de peixes e crustáceos no alto das montanhas da Serra do Mar. Sobre este evento o historiador antigo Eusébio da Cesaréia (Eusébio de CesareiaCrónica, 26, A Crónica HebraicaVersão Samaritana), comprovou a ocorrência do evento pela existência destes fósseis (na época, fósseis foram encontrados no alto do Monte Líbano) por uma razão simples: poucos peixes “voam” e os que “voam” não o fazem como as águias de maneira que pudessem chegar até as montanhas. E ainda, esses peixes são de espécies variadas e não possuíam asas.

O fato não ocorre em uma região do planeta apenas, como sugerem alguns cientistas, fósseis são achados nas mais altas montanhas de todo o planeta e não apenas na região do Golfo Pérsico, como já disse, encontramos fósseis de peixes e crustáceos na Serra do Mar no Rio de Janeiro. Para os que dizem que os montes foram elevados por forças tectônicas (colisão de rochas abaixo da crostra terrestre que causam terremotos e outros eventos) existe o conflito, pois, peixes tropicais são encontrados nas montanhas suíças, algo que muitos cientistas não sabem explicar…

Leia a matéria:

Fósseis são achados em montanhas de Davos – Suiça

FATO 3 – O Monte Ararat

Monte Ararat na Turquia

Monte Ararat na Turquia - Fonte Wikipédia

Várias expedições foram realizadas até o monte onde a Bíblia (veja no Fato 7 a última história) relata ter “repousado” a arca de Noé com sua família e os animais (Gen. 8:4). Essas expedições não obtiveram êxito em se aproximar do do ponto onde fora avistado um imenso objeto que aparentemente é de madeira, que se encontra a 4.663 mts de altitude enterrado em espessa camada de gelo glacial.

Com estas expedições surgiram vários relatos de avistamento de parte de um grande objeto de madeira enterrado nas geleiras “eternas” do Ararat. Esse gelo vem derretendo consideravelmente devido ao aquecimento global.

Por causa do degelo neste grande monte, satélites canadenses e americanos (sabe-se lá o porque deles estarem fotografando na região árabe (Rsrsrsrs!) têm feito imagens de tal objeto no topo da montanha, veja as imagens:

Imagem do grande objeto em forma de embarcação no topo do Ararat

Observe a forma do objeto idêntica a um barco de grandes proporções.

Outra imagem mais aproximada do objeto no AraratPorcher Taylor, pesquisador da Universidade de Richmond, na Virgínia sobre as pesquisas para encontrar vestígios da Arca de Noé, disse: “Não tinha nenhuma idéia preconcebida ou programa quando comecei isto em 1993 quanto ao que estava procurando“, assinalou Taylor. “Considero que se os restos são de algo náutico feito pelo homem, então potencialmente poderia ser um pouco de proporções bíblicas“.

Utilizando-se do GPS e de sistemas de satélite, Taylor afirma que o objeto tem 309 metros, o que seria exatamente a medida bíblica para 300 x 50 cúbitos.

FATO 4 – Materiais geológicos característicos de grande inundação

Cristais de Sal do AraratNo Ararat, uma das mais altas do mundo são encontrados cristais de sal, lava em almofadada e outras rochas sedimentares, formações que só podem ser encontradas em áreas que foram inundadas e permaneceram por bom período debaixo de água. Simples, não fosse o fato de estas rochas e cristais de sal estarem a 5.200 metros de altitude. Ou seja, esse local esteve inundado. Existem ocorrências semelhantes em outras montanhas espalhadas pelo planeta.

FATO 5 – Evento abrupto, rápido, quase instantâneo

Peixe fossilizado no momento em que engolia outro

Peixe fossilizado no momento em que engolia outro

Para que ocorra a fossilização são necessários três fatores: muita água, lama e muita velocidade no processo de soterramento. Outro fator relevante é que um fóssil nunca é encontrado sozinho, sempre há um número considerável de espécimes próximos uns dos outros. No caso de peixes, são encontrados cardumes inteiros. Estes peixes são encontrados de uma forma que representa que sofreram agonia ao morrerem (boca aberta em sufocação). Outro fator importante é que peixes que morrem nas águas imediatamente boiam e suas espinhas geralmente não são encontradas intactas, como é o caso, muito menos sua pele e escamas. Fica evidente que o processo de destruição em massa destes animais se deu instantâneamente, com muita água e força.

Fóssil de um peixe dentro de outro. Os peixes possuem digestão rápida, de sorte que para ser encontrado assim, fica provada a rapidez do processo de fossilização e não milhões de anos, como afirmam alguns cientistas.

Fóssil de um peixe dentro de outro. Os peixes possuem digestão rápida, de sorte que para ser encontrado assim, fica provada a rapidez do processo de fossilização e não milhões de anos, como afirmam alguns cientistas.

Quanto aos grandes animais, há provas arqueológicas de que eles também foram despedaçados com grande ímpeto, por uma força sobre humana e descomunal, que em muitos casos dilacerou seres que pesavam toneladas, tendo ao mesmo tempo sido fossilizados em um processo que os pegou despercebidos. Diversos fósseis de grandes dinossauros são encontrados incompletos, ou suas partes são encontradas a metros de distância um dos outros.

Outro fato importante: animais domésticos, selvagens, terrestres, aquáticos e alados são encontrados fossilizados juntos numa mesma camada de rocha ou sedimentos!! Evolucionismo, coincidência ou Dilúvio? Sobre estes fósseis fora de lugar disserta o Pr. Monteiro Júnior em seu site:

Fósseis fora do lugar - Existem muitos fósseis encontrados ao redor do mundo, fossilizados em uma ordem totalmente diferente da proposta pelas teorias evolucionistas. Por exemplo, no Uzbequistão, 86 pegadas consecutivas de cavalos foram encontradas em rochas datadas como anteriores aos dinossauros. Pegadas de alguns outros animais estão ao lado de 1000 pegadas de dinossauros em Virgínia. Uma das mais importantes autoridades no Grand Canyon publicou fotografias de pegadas de animais parecidos com o cavalo, visíveis em rochas que, de acordo com a teoria da evolução, são pelo menos uns 100 milhões de anos anteriores aos animais de casco. Pegadas de dinossauros e outras “parecidas” com as de humanos foram encontradas juntas no Turkmenistão e no Arizona. Algumas vezes, animais terrestres, animais voadores e animais marinhos estão fossilizados lado-a-lado na mesma rocha. Dinossauros, baleias, elefantes, cavalos e outros fósseis, somados a ferramentas humanas rudimentares, têm sido relatadamente encontrados em leitos de fosfato (phosphate beds) na Carolina do Sul. Leitos de carvão (Coal beds) contém tabletes negros e arrendondados chamado bolas de carvão (coal balls), alguns dos quais contêm plantas floridas que alega-se terem evoluído 100 milhões de anos depois que o leito de carvão foi formado. No Grand Canyon, na Venezuela, em Kashmir e na Guiana, esporos de samambaia e pólen de plantas floridas são encontrados em rochas Cambrianas – rochas supostamente depositadas antes que as plantas floridas se desenvolvessem. Também tem sido encontrado pólen em rochas pré-cambrianas – Rochas depositadas antes que a vida tivesse supostamente se desenvolvido.

Árvores petrificadas na floresta petrificada do Arizona contêm ninhos fossilizados de abelhas e casulos de vespas. As florestas petrificadas tem supostamente 220 milhões de anos de idade, enquanto as abelhas (e as plantas floridas das quais as abelhas necessitam) supostamente se desenvolveram quase 100 milhões de anos mais tarde(l). Insetos polinizadores (pollinating insects) e mosquitos fósseis (fossil flies), com tubos longos e bem-desenvolvidos para sugar néctar de flores, são datados 25 milhões de anos antes que as flores supostamente se desenvolveram(m). A maioria dos evolucionistas e livros de texto ignoram sistematicamente descobertas que conflitem com a escala de tempo evolucionária.

FATO 6 – DNA, tecidos moles e matéria orgânica em fósseis

Por ser muito volátil o DNA não deveria ser encontrado em fósseis de animais supostamente mortos a milhões de anos, mas estão presentes sim. Não seria porque não estão mortos a milhões de anos? Para termos a idéia, em um fóssil de 3.934 a possibilidade de encontrarmos material genético será de 0,78%.

Foto do Bebê Mamute da Sibéria. Milhões de anos?

Foto do Bebê Mamute da Sibéria. Milhões de anos? O estado que foi encontrado indica que seu congelamento foi instantâneo e provavelmente por meio de uma grande massa de água que ocupou a região siberiana e congelou-o a -105º C.

Muitos animais ditos com milhões de anos tem sido recuperados (como o mamute na Sibéria e outros dinossauros na China) com material genético, ovos intactos dentro, com animais devorados em seu interior e até vegetais no caso dos herbívoros. A presença de material genético nestes animais bem preservados obrigou aos cientistas a reduzirem suas idades para menos de 10.000 anos… Recentemente, um grupo de cientistas encontrou um dinossauro que continha glóbulos vermelhos preservados (Schweitzer and T. Staedter, ‘The Real Jurassic Park’, Earth , June 1997 pp. 55-57) prova de que não possuem tantos milhões de anos assim. No Alaska também foram encontrados ossos de dinossauros não fossilizados (Revista Creation (Criação) Buddy Davis interview, Creation, 19(3):49-51, 1997.).

Recentemente foram encontrados no Brasil, na Chapada do Araripe em Santana do Cariri, interior do nordeste, exemplares bem preservados de dinossauros com material genético, tecidos moles de vasos sanguíneos e tecidos musculares. Ou seja…segundo a própria ciência essa fossilização não poderia ter ocorrido há milhões de anos pelas próprias características das fossilizações e do princípio da preservação do DNA nestes materiais orgânicos.

 

Abelha comum fossilizada.

Abelha comum fossilizada.

Na foto, um leão e uma baleia fossilizados e em bom estado.

Na foto, um leão e uma baleia fossilizados e em bom estado.

Ainda pesa a questão de que animais comuns são encontrados fossilizados, ou seja, este não é um fenômeno pré-histórico, pois ocorre com animais que não são, teoricamente, daquele período.

 

FATO 7 (Polêmico) – Um grupo de chineses alega ter entrado na Arca de Noé no Ararat

Foto de um dos expedicionários da Arca de Noé Ministries International de dentro de um dos compartimentos da suposta Arca

Foto de um dos expedicionários da Arca de Noé Ministries International de dentro de um dos compartimentos da suposta Arca

Neste penúltimo fato deixo a dúvida: eles conseguiram mesmo ou se trata de uma fraude? Eles juram por Deus que não! Relatam ter encontrado a grande embarcação e terem finalmente conseguido o que ninguém mais foi capaz. Com vídeos, fotos e relatos comprovam sua tese de que alcançaram o barco enterrado no gelo no Ararat por uma abertura que surgiu nos recentes degelos que sofre a montanha.

Segundo os participantes da expedição, a arca não possui pregos, apenas encaixes de madeira (o que era comum na construção antiga de barcos).

A primeira expedição ocorreu em 2003, mas só fizeram estudos preliminares, a descoberta, segundo a instituição, ocorrera em 2008/2009. Veja o site clicando aqui.

Veja o vídeo e tire suas próprias conclusões (o vídeo é em chines, infelizmente. Mas o importante são as imagens):

http://www.noahsarksearch.net/big5/video.php?id=6

Foram colhidas amostras da madeira, que levadas a universidades da China e outros países, chegou-se a data 4.800 anos para a idade da madeira, o que a encaixa na descrição bíblica.

Acredito que em Breve teremos mais informações sobre estas expedições e se trata-se verdadeiramente da Arca de Noé, descrita na Bíblia e no Alcorão. Alguns tem acusado o grupo de fraude… Não vou me arriscar a tanto… mas, preciso de mais elementos pra ter certeza.

FATO 8: A mais provável Arca de Noé é descoberta na região do Ararat

OBS: texto Baseado no original de M. N. Wyatt; Tradução e edição E.M. 29/12/2004. Extraído do site www.opesquisadorcristao.blogspot.com.

Estrutura de madeira petrificada encontrada nas montanhas do Ararat

Estrutura de madeira petrificada encontrada nas montanhas do Ararat.

Em local situado  a mais de 200 milhas (exatos 321 km e 869 mts),  do mar mais próximo, a cerca de 1.920 metros de altura acima do nível do mar, uma expedição em 1960 encontrou vestígios do que se parecia um grande barco, porém fora descartada como sendo a arca, pois, segundo os arqueólogos da expedição, a petrificação da madeira não apresentava as características necessárias para 4.400 anos de história.

Não satisfeito com os resultados desta expedição, o arqueólogo Ron Wyatt, em 1977 partiu em busca do sítio arqueológico. Ao ver a estrutura sentiu que aquele grande objeto merecia um aprofundamento de seu estudo. Sua intuição estava correta. Ao examinar a

Ron e outros cientistas realizando os testes com o sonar e a estrutura descoberta.

Ron e outros cientistas realizando os testes com o sonar e a estrutura descoberta.

área do objeto com um radar para solo, Ron descobriu que a estrutura  tinha 144 compartimentos e nesses pode perceber paredes, passagens, uma porta na parte frontal, rampas e grandes cisternas ou depósitos.

Testes de laboratório realizados nos EUA comprovaram ser madeira a composição da estrutura, contendo altos índices de carbono orgânico, ou seja, não é pedra, mas madeira petrificada. O mais interessante é que ao longo de toda estrutura, que visivelmente representa um barco, foram encontrados objetos de metal similares a aqueles utilizados para prender madeira como pregos e outros em 5.400 pontos diferentes, lembrando que os ante diluvianos já dominavam, segundo o relato Bíblico, a arte

Lâmina de madeira petrificada usada nos testes

Lâmina de madeira petrificada usada nos testes

de fundir o ferro (Gen. 4:22).

Em 1991 foram encontrados na parte da frente da arca cabelos humanos, pelos de um roedor extinto e excrementos de animais petrificados.

13 âncoras de pedra também foram encontradas montando um caminho em linha reta que parte do Monte Ararat até exatamente onde está o barco. As

A "trilha" de âncoras e o ponto onde está a Arca.

A "trilha" de âncoras e o ponto onde está a Arca. O ponto de partida é o pico principal do Ararat

âncoras são idênticas umas as outras, variando apenas seu tamanho e peso. Confirma-se assim que a arca não estava no topo do monte Ararat, mas na cadeia de montanhas do Ararat, como afirma Gênesis 8:4,  o verso diz que é “MONTANHAS do Ararat” e não monte no singular. O local onde repousa o navio é cercado por montanhas, com altitude de mais de 1.900 metros acima do nível do mar e na cadeia de montanhas do Ararat (ponto mais alto). Acredita-se que uma erupção no Ararat tenha causado um terremoto e que houve lava expelida pela terra, o que “lacrou” a Arca, protegendo seu material, visto que o local que ela se encontra não há material vulcânico, mas no Monte Ararat há, sendo o mesmo um vulcão inativo, segundo cientistas. Sendo assim, acredita-se que a arca tanto pode ter repousado naquele ponto, ou no Ararat, sendo deslocada pelo terremoto e pelo material expelido pelo vulcão.

Na região existe uma aldeia chamada “Aldeia dos Oito” e um vale também chamado “Vale dos Oito” há milênios, mas ninguém diz saber a origem do nome…nós sabemos, pois foram oito os sobreviventes do dilúvio.

Ron e alguns membros de sua equipe e uma das âncoras

Ron e alguns membros de sua equipe e uma das âncoras.

 

Em 1984, cientistas turcos e americanos fizeram outros estudos no local e o governo turco finalmente reconheceu em 1986, através do Ministério das Relações Exteriores com parecer da Universidade de Ataturk, que a estrutura do barco gigantesco petrificado encontrada por Ron se tratava da Arca de Noé, contendo restos desta construção e outros objetos com inscrições antigas indicando o evento, como uma Estela com oito faces e dois corvos desenhados juntos a um outro desenho de uma grande embarcação no formato daquela encontrada por Ron.

Outra âncora e a idéia de sua proporção

Outra âncora e a idéia de sua proporção

Representação tridimensional da Arca no local do achado.

Representação tridimensional da Arca no local do achado.

Ao fim pode ser executada a modelagem tridimensional da estrutura da Arca, dando uma idéia de seu tamanho e estrutura. No local da descoberta o Governo Turco construiu um centro de informações e um museu, tendo transformado o local em parque nacional.

Todos os passos de todas as expedições foram vastamente documentados, fotografados e filmados, sendo referendados pelos governos locais e pelas universidades da Turquia

Enfim, a ciência comprova mais um relato bíblico como verdadeiro para quem quiser acreditar ou não.

 

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Sobre Stênio Barretto

Advogado. Mestrando em Administração Pública pelo Instituto Universitário de Lisboa - ISCTE-IUL; Assistente do Núcleo de Conexões Virtuais do EdPopSUS/ENSP/FIOCRUZ; Membro do Grupo de Pesquisa GETTO/EEAN/UFRJ; Pós-graduado em Direito Tributário pela FIJ; Graduado em Direito pela Universidade Veiga de Almeida - Campus Barra da Tijuca - RJ; Graduando em Administração Pública pela UFF. Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5391313501522167.
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